Taxa de desemprego cai com relação a 2º trimestre, mas cresce comparada a 2016

População desocupada - 13 milhões - teve alta de 7,8% (mais 939 mil) com relação ao ano passado

O desemprego ficou em 12,4% no trimestre encerrado em setembro, segundo dados da Pnad Contínua, divulgados nesta terça-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O percentual representa uma queda de 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre abril-maio-junho (13,0%). Contudo, em relação ao mesmo trimestre de 2016, quando a taxa foi de 11,8%, houve alta de 0,6 ponto percentual.

A população desocupada (13,0 milhões) teve queda de 3,9% (menos 524 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior. No confronto com igual trimestre de 2016, quando havia 12,0 milhões de desocupados, houve alta de 7,8% (mais 939 mil de pessoas).

A população ocupada (91,3 milhões) cresceu 1,2% em relação ao trimestre anterior (mais 1,1 milhão pessoas). Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (89,8 milhões de pessoas ocupadas), houve alta de 1,6% (mais 1,5 milhão de pessoas).

O número de empregados com carteira de trabalho assinada (33,3 milhões) ficou estável frente ao trimestre anterior (abril-maio-junho de 2017). No confronto com o trimestre de julho-agosto-setembro 2016, houve queda de -2,4% (menos 810 mil).

A categoria dos trabalhadores por conta própria (22,9 milhões de pessoas) cresceu 1,8% em relação ao trimestre abril-maio-junho (mais 402 mil pessoas). Em relação ao mesmo período de 2016, houve alta de 4,8% (mais 1,1 milhão de pessoas).

O rendimento médio real habitual (R$ 2.115) no trimestre julho-agosto-setembro 2017 manteve estabilidade frente ao trimestre anterior (R$ 2.108) e, também, em relação ao mesmo trimestre de 2016 (R$ 2.065).

A massa de rendimento real habitual (R$ 188,1 bilhões) no trimestre encerrado em setembro de 2017 cresceu 1,4% (mais R$ 2,7 bilhões), em relação ao trimestre abril-maio-junho. Frente ao mesmo trimestre de 2016 houve aumento de 3,9% (R$ 7,0 bilhões).   Acesse as informações completas sobre a pesquisa aqui.

A taxa de desocupação foi estimada em 12,4% no trimestre móvel referente aos meses de julho a setembro de 2017, registrando redução de 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre de abril a junho de 2017 (13,0%). Na comparação com o mesmo trimestre móvel do ano anterior, julho a setembro de 2016, quando a taxa foi estimada em 11,8%, o quadro foi de elevação (0,6 ponto percentual).

No trimestre de julho a setembro de 2017, havia aproximadamente 13,0 milhões de pessoas desocupadas no Brasil. Este contingente apresentou queda de 3,9%, ou seja, menos 524 mil pessoas, frente ao trimestre de abril a junho de 2017, ocasião em que a desocupação foi estimada em 13,5 milhões de pessoas. No confronto com igual trimestre do ano anterior, quando havia 12,0 milhões de pessoas desocupadas, esta estimativa subiu 7,8%, significando um adicional de 939 mil pessoas desocupadas na força de trabalho.

O contingente de pessoas ocupadas foi estimado em aproximadamente 91,3 milhões no trimestre de julho a setembro de 2017. Essa estimativa apresentou aumento em relação ao trimestre anterior (abril a junho de 2017) de 1,2%, ou seja, um adicional de 1,1 milhão pessoas. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (julho a setembro de 2016) este indicador apresentou, também, variação positiva (1,6%), quando havia no Brasil 89,8 milhões de pessoas ocupadas.

O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi estimado em 54,1% no trimestre de julho a setembro de 2017, com alta de 0,4 ponto percentual frente ao trimestre de abril a junho de 2017, (53,7%). Em relação a igual trimestre de 2016 não houve variação estatisticamente significativa.

O contingente na força de trabalho, (pessoas ocupadas e desocupadas) no trimestre de julho a setembro de 2017, foi estimado em 104,3 milhões de pessoas. Observou-se que esta população apresentou elevação de 0,5% (mais 536 mil pessoas), quando comparada com o trimestre de abril a junho de 2017. Frente ao mesmo trimestre do ano anterior, houve expansão de 2,4% (acréscimo de 2,4 milhões de pessoas).

O contingente fora da força de trabalho no trimestre de julho a setembro de 2017 foi estimado em 64,5 milhões de pessoas. Observou-se que esta população apresentou estabilidade em relação a ambos os trimestres comparativos.

O contingente de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada (exclusive trabalhadores domésticos), estimado em 33,3 milhões de pessoas, apresentou estabilidade frente ao trimestre anterior (abril a junho de 2017). No confronto com o trimestre de julho a setembro de 2016 houve queda de -2,4% (- 810 mil pessoas).

No período de julho a setembro de 2017, a categoria dos empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada (10,9 milhões de pessoas) apresentou elevação em relação ao trimestre anterior (2,7%), representando um incremento de 288 mil pessoas. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, registrou aumento de 6,2%, um adicional estimado em 641 mil pessoas.

A categoria dos trabalhadores por conta própria, formada por 22,9 milhões de pessoas, registrou elevação de 1,8% na comparação com o trimestre anterior (abril a junho de 2017), significando a adição de 402 mil pessoas nesse contingente. Em relação ao mesmo período do ano anterior, o indicador também apresentou variação positiva de 4,8% representando um aumento de 1,1 milhão de pessoas.

O contingente de empregadores, se manteve em 4,2 milhões de pessoas, mostrou-se estável frente ao trimestre imediatamente anterior e em relação ao mesmo período do ano anterior. A categoria dos trabalhadores domésticos, estimada em 6,2 milhões de pessoas, se manteve estatisticamente estável em ambos os trimestres comparativos.

Os empregados no setor público (inclusive servidores estatutários e militares), estimado em 11,5 milhões de pessoas, apresentou elevação de 1,7% (191 mil pessoas) frente ao trimestre anterior (abril a junho de 2017). No confronto com o trimestre de julho a setembro de 2016, não houve variação estatisticamente significativa.

A análise do contingente de ocupados, segundo os grupamentos de atividade, do trimestre móvel de julho a setembro de 2017, em relação ao trimestre de abril a junho de 2017, mostrou aumento nas categorias: Alojamento e alimentação (3,4% ou mais 175 mil pessoas), Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (2,4% ou mais 241 mil pessoas), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (1,6% ou mais 249 mil pessoas). Os demais grupamentos não apresentaram variação estatisticamente significativa.

Na comparação com o trimestre de julho a setembro de 2016, houve redução no contingente dos seguintes grupamentos: Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e Aquicultura (-4,4% ou menos 400 mil pessoas) e Construção (-3,8% ou menos 268 mil pessoas). Houve aumento nos grupamentos: Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (2,4% ou mais 410 mil pessoas), Alojamento e Alimentação (12% ou mais 562 mil pessoas), Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (5,1% ou mais 488 mil pessoas) e Outros serviços (5,0% ou mais 214 mil pessoas). Os demais grupamentos não apresentaram variação estatisticamente significativa.

O rendimento médio real habitualmente recebido em todos os trabalhos pelas pessoas ocupadas foi estimado em R$ 2.115 no trimestre de julho a setembro de 2017, registrando estabilidade frente ao trimestre de abril a junho de 2017 (R$ 2.108) e em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (R$ 2.065). Isso ocorreu para todas posições na ocupação.

Na comparação com o trimestre de abril a junho de 2017, o rendimento médio real habitual não apresentou variação estatisticamente significativa nos grupamentos de atividade. Frente ao trimestre de julho a setembro de 2016, o grupamento de atividade (Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura) apresentou elevação da renda média de 7,8%, enquanto quando os demais grupamentos não apresentaram variação estatisticamente significativa.

A massa de rendimento real habitualmente recebido em todos os trabalhos pelas pessoas ocupadas foi estimada, para o trimestre móvel de julho a setembro de 2017, em R$ 188,1 bilhões de reais, e quando comparada ao trimestre móvel de abril a junho de 2017 apresentou variação de 1,4%, ou seja, mais R$ 2,7 bilhões. Também frente ao mesmo trimestre do ano anterior houve aumento, sendo de 3,9%, o que representa um acréscimo de R$ 7,0 bilhões na massa de rendimentos.

fonte: jb.com

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